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Wagner Parente

Wagner Parente acumula a função executiva de CEO da BMJ com atuações consultivas nas equipes de Relações Governamentais e Comércio Internacional. Wagner é advogado, mestre em Direito das Relações Econômicas Internacionais pela PUC-SP e possui MBA em Gestão de Negócios pela FIA-USP, além de ser professor de Relações Institucionais na Fundação Getúlio Vargas.
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Posts Recentes

Bolsonaro e as duas Reformas

27/01/2020 16:07:14 / por Wagner Parente postado em Reforma Tributária, Jair Bolsonaro, Paulo Guedes, Reforma Administrativa

O presidente Jair Bolsonaro afirmou durante uma coletiva de imprensa que poderia enviar as Reformas Tributária e Administrativa juntas ao Congresso Nacional. De acordo com o Presidente, a probabilidade pode ser implementada pelo fato do cronograma apertado devido às eleições municipais de 2020. O Presidente declarou que a Reforma Administrativa já está praticamente pronta, necessitando apenas do aval do ministro da Economia Paulo Guedes.

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A Índia trará os investimentos esperados por Bolsonaro?

24/01/2020 15:49:00 / por Wagner Parente postado em Jair Bolsonaro, Índia

Durante a visita do Presidente Jair Bolsonaro à Índia será realizada uma missão empresarial que contará com entidades indianas e brasileiras, além de associações dos mais diversos setores, como carnes, calçados, suco de laranja, etanol e derivados, dentre outros. A agenda inclui a assinatura de um memorando de entendimento para atuação conjunta na promoção de negócios entre os dois países, incluindo troca de informações e oportunidades, especialmente sobre investimentos e startups.

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Davos sem Bolsonaro mas com Guedes, Doria e Huck

20/01/2020 16:06:46 / por Wagner Parente postado em Jair Bolsonaro, Paulo Guedes, Economia, João Doria, Davos, Luciano Huck

Começa hoje (20), em Davos, Suíça, o Fórum Econômico Mundial, evento que ocorre desde 1971 e reúne as principais lideranças políticas e econômicas do mundo. O presidente Jair Bolsonaro alegou motivos de segurança para não comparecer ao evento. Seu representante será o ministro da Economia, Paulo Guedes, que deve apresentar os principais resultados positivos do governo em 2019 (por exemplo, a aprovação da Reforma da Previdência e o crescimento do PIB acima do esperado) a fim de mostrar o Brasil como um destino atrativo para investimentos. Também irão ao evento João Doria, Governador de São Paulo, e o apresentador de TV Luciano Huck, cotado para disputar a presidência em 2022. O Fórum deste ano terá como seu principal tema a responsabilidade ambiental e climática das empresas, e contará com a presença da ativista sueca Greta Thunberg.

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Um acordo de paz à Guerra Comercial entre EUA e China?

17/01/2020 15:26:14 / por Wagner Parente postado em Comércio Internacional, Estados Unidos, Guerra Comercial, China, Investimentos, Donald Trump

Os Estados Unidos e a China assinaram o que foi denominado “acordo de primeira fase” durante cerimônia realizada nesta quarta-feira (15) na Casa Branca.

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(Não) habemus recesso

06/01/2020 14:15:29 / por Wagner Parente postado em Reforma Tributária, Política, Jair Bolsonaro, Articulação Política

Há aqueles que aproveitaram o recesso para descansar. Aparentemente, a política nacional não foi uma dessas entidades que quiseram parar antes do vinte-vinte chegar. E, por isso, preparamos um resumo sobre os principais acontecimentos da política nas duas últimas semanas.

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A paralisação que o País não viu

16/12/2019 12:33:38 / por Wagner Parente postado em Imposto, Articulação Política, Ministério da Economia

Apesar das ameaças de uma nova paralisação dos caminhoneiros a nível nacional nesta segunda-feira (16), até o momento poucas movimentações foram registradas. Ainda, segundo dados do Ministério da Infraestrutura, não há nenhum sinal de paralisação nas principais rodovias do país. O ato desta semana havia sido convocado por Marconi França, um dos líderes dos caminhoneiros autônomos, e contava com o apoio da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Terrestres e Logística (CNTTL), também ligada à CUT. As principais reivindicações feitas dizem respeito ao aumento dos preços de combustíveis, principalmente do diesel; à publicação nesta terça-feira, dia 17, de resolução da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) regulamentando a emissão do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT); e o reajuste no piso mínimo do frete, previsto em torno de 14 a 18%. Desde o início, a manifestação não contou com o apoio de líderes relevantes da categoria, como Wallace Landim (conhecido como “Chorão”) e Wanderlei Alves (“Dedeco”), dois dos protagonistas dos movimentos de 2018.

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Supremo realiza audiência pública sobre possibilidade de candidaturas avulsas

13/12/2019 08:33:20 / por Wagner Parente

O Supremo Tribunal Federal realizou uma audiência pública sobre a viabilidade de candidaturas sem filiação partidária. O tema será relatado pelo Ministro Luís Roberto Barroso com repercussão geral reconhecida. Atualmente, o entendimento da legislação é que as leis brasileiras obrigam a filiação partidária a qualquer candidato.

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O que os últimos índices da Datafolha dizem sobre o Governo?

09/12/2019 12:54:54 / por Wagner Parente postado em Política, Sérgio Moro, Datafolha, Jair Bolsonaro, Ministério da Justiça e Segurança Pública, Ministério da Economia, Paulo Guedes

A última pesquisa Datafolha do ano apontou que o governo do presidente Jair Bolsonaro é aprovado por 30% (em agosto eram 29%) dos brasileiros e reprovado por 36% (em agosto eram 38%), enquanto 32% o consideram regular (em agosto eram 30%). Todos os campos oscilaram dentro da margem de erro. O otimismo com a economia também teve uma ligeira inflexão para cima — 43% acreditam que ela vai melhorar nos próximos meses (em agosto eram 40%). A queda mais sensível foi no quesito corrupção: 29% dos eleitores aprovam seu desempenho no combate à corrupção (em agosto eram 34%). O ministro Sergio Moro é conhecido por 93% dos entrevistados e, destes, 53% avaliam que sua gestão no Ministério da Justiça é ótima ou boa. 23% a consideram regular. São números bastante acima dos do presidente. Em aprovação, Damares Alves é a segunda ministra mais benquista. 43% consideram seu trabalho com Mulher, Família e Direitos Humanos ótimo ou bom. A aprovação de Paulo Guedes, que vem em terceiro na pasta da Economia, é de 39%.

A pesquisa aponta para um cenário de acomodação do ambiente político brasileiro, com a cristalização do eleitorado brasileiro em três camadas de proporção similar. A estratégia de Bolsonaro em manter um tom similar ao que foi utilizado durante a campanha tem sido eficiente para manter o engajamento da parcela de apoiadores fieis. Por outro lado, essa retórica não estimula o engajamento de eleitores centristas e contribui para deixar o presidente em uma situação delicada. O aumento do otimismo da população deve reforçar ainda mais o comprometimento de Bolsonaro com a agenda liberal tocada pelo ministro Paulo Guedes e pode estimular a retomada do ímpeto das negociações de propostas desta agenda no Congresso – ritmo que havia sido arrefecido por um alegado temor do governo em repetir o “efeito Chile” no Brasil.
Por outro lado, a queda substancial na percepção da atuação do governo no combate à corrupção acende um sinal de alerta para o presidente, tendo em vista que o tema é a principal bandeira histórica de Bolsonaro e grande fator de mobilização do seu eleitorado. A manutenção da popularidade de Sergio Moro acima da de Bolsonaro, juntamente com uma recente pesquisa que aponta para a vitória de Moro em uma eventual eleição contra Bolsonaro, pode motivar novas estratégias do Palácio do Planalto para aproveitar a popularidade do ministro da Justiça e neutralizá-lo como eventual adversário político do Presidente. Uma ação neste sentido poderia ser a indicação de Moro para o Supremo Tribunal Federal no próximo ano – anteriormente o nome do ministro havia perdido fôlego com o vazamento de informações da operação Lava Jato.

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Bebianno se filia ao PSDB e PSL deve decidir essa semana sobre dissidentes

02/12/2019 13:12:31 / por Wagner Parente postado em Política, Jair Bolsonaro

Gustavo Bebianno, ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência do governo de Jair Bolsonaro, se filiou ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). O evento de recepção, realizado no Rio de Janeiro, contou com a participação de João Dória, governador do estado de São Paulo. Bebianno deve assumir o diretório municipal do partido no Rio. Nesta segunda-feira (2), o Diretório Nacional do Partido Social Liberal (PSL) deve ainda se reunir para decidir se mantém a suspensão dos dissidentes do partido, determinada pela Executiva Nacional do partido semana passada; ou se vota pela expulsão deles.

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